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Ao reunir especialistas nacionais e internacionais, o evento amplia a troca de conhecimentos, favorece a formação de redes de cooperação e aproxima experiências e tecnologias globais dos desafios e potencialidades da Amazônia.
A Conferência contribui especialmente para transformar conhecimento científico em soluções, tecnologias, produtos e novos negócios, estimulando a transferência de tecnologia, o empreendedorismo e a atração de investimentos.
Temas como bioeconomia, sustentabilidade, biodiversidade, tecnologias verdes, propriedade intelectual e inovação reforçam o potencial da Amazônia para desenvolver modelos econômicos baseados no uso sustentável de seus recursos e na valorização do conhecimento regional.
Promovida pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI), a iniciativa também fortalece a inserção das instituições amazônicas em redes nacionais e internacionais de CT&I.
Dessa forma, a Conferência consolida-se como importante ambiente de articulação do ecossistema de inovação, contribuindo para ampliar a competitividade regional, gerar oportunidades e posicionar a Amazônia como território estratégico para a inovação e o desenvolvimento sustentável.
Promovida pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI/MCTI) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA, consolidou-se como um dos maiores encontros da região voltados à ciência, tecnologia, inovação e sustentabilidade. Realizada no Auditório da Ciência do INPA, nos dias 25 e 26 de setembro, a conferência reuniu especialistas, gestores, pesquisadores, empreendedores e representantes do setor público e privado em dois dias de programação intensa, com o objetivo de fortalecer o ecossistema amazônico de inovação e integrar esforços rumo a um modelo de desenvolvimento baseado na bioeconomia e na transferência de conhecimento. A solenidade de abertura contou com a presença de autoridades como o Subsecretário Substituto de Ciência e Tecnologia para a Amazônia, Eliomar Mota da Cunha, a Subsecretária de Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais, Isa Assef, o Diretor do INPA, Henrique Pereira, a Coordenadora do AMOCI, Noélia Lúcia Simões Falcão, e representantes de instituições como FAPEAM, FORTEC, SEDECTI, APDM, Mamirauá e Museu Paraense Emílio Goeldi. A abertura reforçou o papel do MCTI e dos Arranjos Regionais de NITs na integração das políticas de inovação com as vocações regionais. Entre os destaques internacionais, Christopher Harrison, representante da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI/WIPO), ministrou a palestra “Propriedade Intelectual e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Contribuições e Perspectivas”, demonstrando como a gestão estratégica da PI pode impulsionar inovação responsável e sustentável. Já Santiago Uribe, da Corporación Oficina de Resiliencia de Medellín (Colômbia), conduziu a palestra magna sobre Ecoinovação e Sustentabilidade Global, inspirando o público com exemplos de governança colaborativa e modelos de cidades inteligentes voltados à sustentabilidade.
A programação técnica abrangeu mesas-redondas, painéis e talks temáticos. A mesa-redonda 1 apresentou o Panorama dos Arranjos de NIT do MCTI, reunindo os representantes do Arranjo AMOCI, NIT Rio, NIT Mantiqueira, NIT Nordeste e Rede Namor, além da própria Subsecretária da SPEO/MCTI, Sra. Isa Assef, para discutir desafios, avanços e perspectivas conjuntas. A mesa-redonda 2, sobre Cadeias Produtivas e Negócios de Impacto na Amazônia, trouxe exemplos práticos de empreendedorismo sustentável com participação de Priscila Almeida (ASSOBIO), Wildney Mourão (FAS), Heloísa Lucena (CERTI) e Augusto Bucker (BioAmazon), sob moderação de Tabatha Benitz (Mamirauá). Os talks temáticos também enriqueceram o debate. O Talk – Desafios na Bioeconomia Amazônica contou com a participação de Karol Barbosa (IDESAM), Jeibe Medeiros (SEDECTI), Expedito Belmont (BTracer), Márcio Miranda (CBA), Matheus Farias (AXXEL) e Olinda Marinho (PEIEX/Sebrae), que discutiram gargalos e soluções para o avanço de startups e negócios bioinovadores. Já o Talk 2 – Expectativas para a COP30 e Investimentos na Amazônia abordou estratégias de posicionamento regional frente aos desafios climáticos, com Henrique Pereira (INPA), Emiliano Ramalho (Mamirauá), Guilherme Vilagelim (PaCTAS), Amílcar Mendes (Museu Goeldi) e Dalton Chaves (UFAM).
O Workshop InovaUp – Negociação e Contratos de Transferência de Tecnologia, um dos momentos mais aguardados, foi realizado em formato de palestra com especialistas de renome nacional: Marli Elizabeth Ritter dos Santos (Consultora Independente em TT), Leopoldo Gomes Muraro (AGU/MCTI), Marcelo Gomes Speziali (FORTEC) e Daniel Avraham (IPIAM). O workshop aprofundou discussões sobre práticas de negociação, licenciamento e gestão jurídica da inovação, consolidando-se como um espaço formativo essencial. Outro ponto de destaque foi o Talk 3 – Painel de Ações das Unidades EMBRAPII na Amazônia, moderado por Rodrigo da Silva Lima (FINEP) e com participação de Luana Lobão (EMBRAPII/ INDT), José Josimar Soares (EMBRAPII/ IFAM) e Márcio Moutinho (EMBRAPII/ UFOPA), que apresentaram projetos de pesquisa aplicada e inovação industrial em andamento na região. No Painel sobre Ecossistemas de Inovação, Vânia Thaumaturgo (APDM), Rafael Teodósio (FPF Tech) e Kallil Maia (FINEP) discutiram o papel dos Parques Tecnológicos e incubadoras no fortalecimento de territórios inovadores e sustentáveis. A conferência também abriu espaço para o protagonismo de empreendedores amazônicos, com a Sessão de Pitchs do Programa Capital Empreendedor (Sebrae Startups), conduzida por Carla Vanessa Pereira Coimbra, que apresentou soluções tecnológicas e modelos de negócios de impacto regional.
Encerrando a programação, o evento contou com a ação “Inovação na Praça – Conectar para Transformar: Redes de Colaboração e Inovação na Amazônia”, com a participação de Noélia Falcão (AMOCI), Gabriela Xavier (Hospital Israelita Albert Einstein – Centro de Inovação Manaus), Valdinei Fernandes (Sebrae), Victor Almeida (APDM), Danilo Egle (RHISA) e Jane Moura (RAMI). A atividade reuniu instituições, empreendedores e o público em um espaço de convivência e demonstração de projetos, reforçando a importância da inovação aberta e da articulação em rede. Além das atividades públicas, ocorreu uma reunião estratégica do Grupo de Trabalho do MCTI e dos Arranjos Regionais de NIT, com representantes do AMOCI, NAMOR, Nordeste, Mantiqueira e Rio, que discutiram desafios, projetos e estratégias para os próximos anos. Ao integrar a difusão do conhecimento, articulações públicas e privadas e valorização de experiências regionais, a 6ª Conferência AMOCI se afirmou como um marco de consolidação da inovação amazônica, ampliando o protagonismo da região na agenda nacional de ciência, tecnologia e inovação e contribuindo de forma decisiva para o fortalecimento da bioeconomia, da sustentabilidade e da governança colaborativa na Amazônia. O evento reuniu mais de 500 participantes, entre público presencial e online, e alcançou mais de 700 visualizações no YouTube, onde a conferência foi transmitida ao vivo, ampliando o alcance e levando o debate sobre inovação amazônica para todo o Brasil.
Realizada nos dias 23 e 24 de novembro de 2023, no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus. Organizado pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento reuniu 399 participantes, incluindo representantes de instituições nacionais e internacionais. A programação contou com palestras, mesas-redondas e oficinas sobre propriedade intelectual, transferência de tecnologia, empreendedorismo e inovação, e contou com a presença de nomes de renome internacional, como Ricardo Lomaski, coordenador do Israel Brasil Innovation Hub, que compartilhou sua experiência com Empreendedorismo e Inovação no Ecossistema de Israel, considerado um dos mais inovadores do mundo. O evento foi encerrado com o “Inovação na Praça”, um espaço descontraído para o debate sobre inovação tecnológica, promovendo integração entre participantes, empreendedores e instituições. Além disso, durante a conferência foram lançadas publicações de instituições que integram o AMOCI, contribuindo para o fortalecimento da cultura da inovação na região.
A 4ª Conferência Internacional sobre Processos Inovativos na Amazônia foi realizada nos dias 14 e 15 de junho de 2022, promovida pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). O evento ocorreu em formato híbrido, com palestras, paineis e debates online, e com atividades presenciais, ampliando assim o alcance. A Conferência contou com a presença de palestrantes internacionais e representantes de instituições renomadas, reforçando o compromisso com a disseminação da cultura de Propriedade Intelectual, Transferência de Tecnologia e Empreendedorismo entre os atores da inovação regional e nacional. O objetivo foi fomentar a inovação tecnológica na região Norte do Brasil. Entre os destaques da programação citamos palestras sobre patentes na prática, spin-offs acadêmicas e ações que aproximam pesquisa e mercado. Também marcou a reta final do workshops do programa Trilhas de Desenvolvimento, com a realização presencial de um workshop sobre Negócios de Impacto no prédio da Incubadora de Empresas do INPA. O evento foi gratuito e aberto ao público interessado em inovação tecnológica, com inscrições realizadas pelo site do AMOCI. Os participantes com mais de 75% de presença receberam certificados de participação, incentivando o engajamento nas atividades propostas.
Realizada de 1º a 3 de setembro de 2021, em formato virtual, devido à pandemia de COVID-19. O evento integrou o AMOCI FORTEC Meeting 2021, promovido pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC).
Com o tema ‘Interfaces entre ICT, empresários e investidores’, a conferência teve como objetivo promover a interlocução do Sistema Nacional de Inovação, visando à troca de expertises nacionais e internacionais nas áreas de Propriedade Intelectual, Transferência de tecnologia e Empreendedorismo. A edição de 2021 contou com a participação de 591 pessoas e uma programação com mais de 30 atividades e 40 palestrantes de organizações do Brasil, Inglaterra, Estados Unidos e Colômbia. Entre os temas abordados estavam: inovação para produtos da biodiversidade, perspectivas para a bioeconomia, modelos de transferência de tecnologia, acordos de parceria, métodos ágeis nas instituições públicas e empresas para impulsionar resultados. A abertura contou com a presença de autoridades como a diretora do INPA, Antonia Franco; o então Ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes; a coordenadora do AMOCI e da COETI/INPA, Noélia Falcão; e o presidente do FORTEC, Gesil Amarante. Destaque para a palestra magna sobre ‘Inovação para produtos da biodiversidade: desenho, implementação e sustentação’, proferida por Sérgio Luiz Monteiro Salles Filho, da Unicamp.
Outros momentos marcantes foram a apresentação de pitchs de tecnologias para investidores, intitulada ‘Tucunaré River’, e mesas-redondas sobre contratos de transferência de tecnologia com especialistas internacionais. A conferência fortaleceu a conexão entre os diversos atores do Sistema Nacional de Inovação e trouxe boas práticas nacionais e internacionais para o fortalecimento da inovação na Amazônia e no Brasil.
A 2ª Conferência Internacional sobre Processos Inovativos na Amazônia ocorreu nos dias 6 e 7 de junho de 2019, também no Auditório da Ciência do INPA, em Manaus. Promovido pelo AMOCI, o evento reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir estratégias de inovação, empreendedorismo e transferência de tecnologia na região amazônica. A programação contou com mesas-redondas, paineis e palestras sobre temas como propriedade intelectual em biotecnologia, inovação frugal, valoração tecnológica e empreendedorismo voltado à Agenda 2030. Entre os destaques podemos citar a Palestra Magna de Lorenzo Cuadros Justo Júnior (MCTIC) e a apresentação de André Moraes sobre o Patent2Net, uma ferramenta de análise de patentes baseada em big data. O evento promoveu o “Café com Inovação – Edição Laranja”, atualmente denominado INOVAUP, com foco em valoração e precificação de tecnologias, e apresentou cases de startups como Warabu e Ganhe na Tela. A conferência encerrou com um momento cultural e coquetel de integração, reforçando o papel do AMOCI e do INPA no fortalecimento da cultura de inovação na Amazônia. A iniciativa reforçou o compromisso do AMOCI e do INPA em fomentar a cultura da inovação na Amazônia, aproximando instituições de pesquisa, empresários e investidores para o desenvolvimento sustentável da região.
A 1ª Conferência Internacional sobre Processos Inovativos na Amazônia foi realizada nos dias 7 e 8 de junho de 2018, no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus. Organizado pelo Arranjo de Núcleos de Inovação Tecnológica da Amazônia Ocidental (AMOCI), o evento contou com a presença de 198 participantes, incluindo representantes regionais, nacionais e internacionais das áreas de propriedade intelectual, transferência de tecnologia, empreendedorismo e inovação. A conferência teve como objetivo capacitar os integrantes do AMOCI na cultura e prática da inovação, promovendo a interação entre ICT, empresários e investidores. A programação incluiu palestras sobre o uso de instrumentos de propriedade industrial, o novo Marco Legal de C,T&I, a plataforma SisGen, incentivos da Lei do Bem e da Lei da Informática. Dentre os destaques do evento, estiveram presentes o presidente do INPI, Dr. Luiz Otávio Pimentel, e o Dr. Xiangdong Chen, da Beihang University (China). Também foram abordados casos de sucesso como o da Neemu, adquirida pela Linx por R$ 50 milhões, além de experiências inspiradas no Vale do Silício. O evento fortaleceu o ecossistema de inovação da Amazônia ao promover o diálogo entre pesquisa e mercado, proporcionando um espaço para o debate sobre a transformação de pesquisas em produtos com potencial, fortalecendo o ecossistema de inovação na região amazônica.